Informações sobre o 5º Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica
A edição desse ano do Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica (EIAA) vai acontecer entre os dias 19 e 21 de abril, na cidade de Campos dos Goytacazes - RJ.
As inscrições e a programação do evento vão estar disponíveis a partir do dia 27 de fevereiro. As inscrições são gratuitas e existe alojamento no local do evento (IFF - Instituto Federal Fluminense).
O EIAA é organizado pelo Clube de Astronomia Louis Cruls, o mesmo grupo que criou o ENAST (Encontro Nacional de Astronomia).
Já participaram das edições anteriores do Encontro Internacional personalidades como:
- Charles Duke (astronauta que pisou na Lua),
- o astronauta brasileiro Marcos Pontes e os dois cosmonautas russos que foram ao espaço junto com ele (pela 1ª vez juntos no Brasil),
- Anousheh Ansari (1ª mulher turista no espaço),
- Robert Naeye (editor-chefe da Sky and Telescope),
- Rosaly Lopes (cientista brasileira da NASA),
- Ronaldo Mourão (maior astronomo brasileiro),
- Mike Simmons (criador dos Astronomos Sem Fronteiras),
- Virgilio Pop (astronauta da Romenia),
- entre outras, tão conceituadas quanto essas.
Ano passado, foi o maior evento das Américas em comemoração aos 50 anos da 1ª viagem ao espaço.
E que venha o 5º Encontro!!!
Realidade aumentada transforma astronautas em médicos

A realidade aumentada mescla as imagens reais com a realidade virtual combinando as imagens geradas por computador com as imagens que o usuário está vendo.[Imagem: ESA/Space Applications Service NV]
Astronautas médicos
Um novo equipamento de realidade aumentada, desenvolvido pela agência espacial europeia (ESA), dará aos astronautas a capacidade de desempenhar tarefas médicas no espaço.
Bastará que coloquem um capacete com um visor especial, e sigam as instruções em 3D para fazer desde o diagnóstico até uma cirurgia completa.
A realidade aumentada mistura o real com o virtual, combinando imagens geradas por computador com a visão do utilizador.
O sistema passou com êxito pelos primeiros testes, a agora deverá ser avaliado em locais remotos e em uma base na Antártica, antes de ir ao espaço.
Aqui o aparelho é testado em modelo de demonstração. [Imagem: ESA/Space Applications Service NV]
Realidade aumentada
O Sistema de Diagnóstico Médico e Cirurgia Assistido por Computador, ou CAMDASS, na sigla em inglês, é um sistema compacto de realidade aumentada que se encontra na fase de protótipo.
Nesta versão, o CAMDASS está direcionado para a realização de exames com ultra-sons, mas, em princípio, poderá conduzir outros procedimentos médicos.
A preferência pelos ultra-sons está relacionada com a versatilidade e a eficácia destes instrumentos como ferramenta de diagnóstico - eles já estão disponíveis na Estação Espacial Internacional.
No futuro, em viagens espaciais mais longas, os astronautas terão de ser capazes de tratar de si próprios. Dependendo da distância que estiverem da Terra, as conversas com os especialistas em terra sofrerão um atraso de vários minutos ou poderão até mesmo estar bloqueadas.
"Apesar de a tripulação ter conhecimentos médicos, não é possível treinar os astronautas até um ponto em que estes dominem todos os procedimentos médicos que venham a ser necessários durante uma missão," disse Arnaud Runge, engenheiro biomédico da ESA, que coordena o projeto.
O equipamento "registra" o corpo do paciente e o mescla com um humano virtual armazenado no computador. [Imagem: ESA/Space Applications Service NV]
Humano virtual
O CAMDASS usa dois monitores montados em um capacete e um equipamento de ultra-sons, monitorado através de uma câmara de infravermelho.
O corpo do paciente é "registrado" pela câmara e o monitor é calibrado à visão de cada astronauta.
A área a ser examinada é então marcada, antes de se iniciar o diagnóstico.
O sistema de realidade aumentada sobrepõe gráficos em 3D sobre o que está sendo visto pelo astronauta, conduzindo a sua intervenção.
Para gerar estas imagens, o CAMDASS relaciona uma série de pontos de referência de um "humano virtual" com a imagem registrada do paciente real.
A imagem de referência, em ultra-sons, dá ao "médico espacial" uma indicação acerca daquilo que ele está vendo. Tudo é facilitado por um sistema de reconhecimento de voz, que deixa as mãos livres.

O equipamento durante testes na Bélgica. [Imagem: ESA/Space Applications Service NV]
Testes
O protótipo foi testado no Hospital Universitário de Saint-Pierre, em Bruxelas, na Bélgica, com estudantes de medicina e enfermagem, pela Cruz Vermelha belga e por equipes de paramédicos.
Utilizadores não treinados consideraram que conseguiam executar procedimentos de dificuldade média sem ajuda, com a sonda na posição correta.
"Com base nesta experiência, estamos tentando refinar o sistema - por exemplo, reduzindo o peso e tornando o protótipo mais fácil de manejar," explicou Arnaud.
"Quando o desenvolvimento estiver completo, o sistema poderá também ser usado como parte de um sistema de telemedicina que forneça assistência médica em zonas remotas, através de satélite.
"Ele também pode ser usado como uma ferramenta de auto-suficiência para profissionais da emergência médica.
"Seria interessante fazer mais testes em zonas remotas, nos países em desenvolvimento e potencialmente na base Concórdia, na Antártida," finalizou.
Facebook é uma boa rede para encontrar empregos

Só no ano passado, 84% dos recrutadores buscaram candidatos pela rede social e 48% fizeram pelo menos uma contratação através do site
Está à procura de emprego, mas não sabe como espalhar seu currículo? Talvez a resposta para este problema seja mais simples do que você imagina: o Facebook. Não é de hoje que a rede social de Mark Zuckerberg tem atraído os olhares das empresas quando o assunto é contratar funcionários. É claro que outros sites, em especial o LinkedIn, possuem um foco mais abrangente no preenchimento de dados profissionais, mas é incontestável que o maior site de relacionamentos do mundo reina soberano na mão dos recrutadores.
Para se ter uma noção, um infográfico desenvolvido pela HireRabbit, uma companhia especializada em pesquisa e recrutamento pelas redes sociais, mostra que 48% de todos os candidatos a um trabalho e 63% das pessoas com um perfil já procuraram por emprego usando o Facebook, só no ano passado. Por outro lado, 84% dos recrutadores buscaram candidatos pela rede social, 48% efetuaram pelo menos uma contratação através do site (só no ano passado) e 16% receberam indicações de outros amigos conectados no site.
Fora isso, o site é o segundo com maior número de atividades em todo o mundo com 85% de todos os internautas cadastrados. Desta porcentagem, 74% utilizam a rede diariamente (um em cada sete minutos são gastos no site) e 57% dos usuários têm mais de 100 amigos.
Mas, como fazer para que o seu perfil seja notado pelas companhias? O primeiro passo é deixar o design mais completo, principalmente no que diz respeito ao seu currículo profissional. Também fique atento aos seus interesses e páginas que curtiu, além de se manter ativo na rede social.
Governo estuda "internet 0800" e quer 4G em 2013

Ministro afirmou, em entrevista na Campus Party, que projeto piloto de internet gratuita será concretizado este ano e leilão da faixa 2,5GHz será em maio
Imagine um serviço de internet "a cobrar", nos moldes do sistema telefônico 0800, no qual o receptor da conexão é quem paga para o usuário se conectar. Um projeto desses está sendo discutido pelo Governo Federal e deve começar a ser testado nos próximos meses, de acordo com o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
O projeto está sendo discutido entre o Ministério das Comunicações, o Comitê Gestor da Internet (CGI.br) e a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e deve entrar em fase de testes a partir de março na região de Varjão (Brasília).
"Queremos criar uma conexão não tarifada como existe na telefonia. O usuário entra no site e quem paga é a empresa responsável por ele", explicou. "É uma espécie de 0800 digital. Pode ser uma alternativa para bancos, que estimulam o acesso eletrônico, e para serviços de call center", explicou o ministro.
Paulo Bernardo não deu muitos detalhes, mas afirmou que o projeto piloto pode indicar os caminhos que a internet 0800 deve seguir.
4G
O leilão para a venda da faixa 2,5GHz, voltada para conexões móveis 4G, deverá ser realizado em maio, afirmou o ministro. Paulo Bernardo disse que o edital será publicado no dia 16 de abril e terá prazo de 30 dias. A presidenta Dilma Rousseff queria tudo pronto para 30 de abril mas, com a nova data, o leilão deve ser atrasado em cerca de 15 dias.
A venda da faixa permitirá a exploração das redes LTE no Brasil. O Governo Federal espera que as primeiras redes comerciais estejam disponíveis em 2013 nas cidades que serão sede da Copa das Confederações e, até o fim do ano, em todas as que receberão jogos da Copa do Mundo de 2014. Depois disso, a expansão para outras regiões do país deve ser gradual.
"Até a Copa do Mundo, todas as cidades com 500 mil habitantes terão 4G", disse Bernardo. "Estamos preocupados em atender também quem não tem acesso. Hoje temos 3G em 3 mil municípios e dificilmente chegaremos aos outros a curto prazo."
Para regiões rurais, o Governo Federal fará o leilão da faixa de 450MHz, que permite uma conexão mais lenta, porém mais fácil de ser implementada. "O 450MHz é antigo. Vai servir para atender pequenas comunidades. A tendência é que um serviço de melhor qualidade seja oferecido no futuro", disse.
O Governo Federal tenta vincular o leilão do 450MHz ao do 2,5GHz, mas enfrenta resistência das operadoras de Telecom. "Estamos fazendo a consulta pública, vamos ouvir todas as partes e, se tiver que mudar para melhor, vamos mudar", concluiu.
Invenção e inovação: pontos distintos de uma mesma reta

Os conceitos de inovação e invenção não raro se misturam. Apesar de possuírem relação, as definições são distintas, mas também podem funcionar como dois estágios de um mesmo processo.
Uma invenção é derivada de novas ideias e conhecimentos; é uma aplicação do conhecimento que cria algo novo. Já o conceito da invenção se encerra no breve momento quando ocorre a descoberta.
A partir daqui, surge o conceito de inovação, algo menos atrelado ao momento e que pode ser considerado como algo contínuo. Michael Porter coloca de forma interessante o conceito de inovação em sua obra. Para ele, a inovação seria “um modo novo de se fazer as coisas comercializáveis”.
Tendo a definição de Porter em mente, a inovação poderia ocorrer a partir do momento em que a invenção chega ao mercado e o momento em que o conhecimento novo é colocado em prática e produção, criando novos produtos, serviços e processo que permitem a uma organização expandir-se.
Por isso que a inovação não requer necessariamente uma invenção para ter seu processo disparado. E, justamente por isso, muitas inovações ocorrem como melhorias de processos e práticas já existentes, mais do que criando algo novo, somente otimizando ou tornando mais eficiente algo que já exista.
Inovação define caráter da invenção
Uma invenção, sob o conceito de descoberta, não possui um caráter benéfico ou prejudicial. Ela simplesmente ocorre por curiosidade, necessidade ou acaso. Aqui novamente entra a inovação – da aplicação de uma invenção ou descoberta, se pode extrair algum caráter.
Por exemplo, durante a primeira metade do século XX, várias descobertas em relação à radioatividade e à fissão nuclear ocorreram. Contudo, passaram-se muitos anos até que tais invenções realmente fossem aplicadas de forma prática.
As inovações que se seguiram podem ser consideradas prejudiciais, como no caso da bomba nuclear, porém ao mesmo tempo criaram uma modalidade de produção de energia e processos de tratamento do câncer.
Inovar para inventar mais
Assim como inovação não requer invenção, uma ideia não precisa ser apenas genial – ela precisa ser genial e economicamente viável. Para encontrar o caminho da inovação, invenções precisam dar origem a aplicações que possam achar respaldo no mercado. Entretanto, a gestão da criatividade e da inovação não é de responsabilidade do inventor.
Empresas inovam todos os dias, mas deixam passar em branco muitas ideias por conta de políticas que não priorizam a criatividade e o conhecimento. Aos empresários, saber distinguir invenção de inovação é importante, mas abrir os olhos para ambas é essencial.
Educação e Avanço Tecnológico
O Instituto Nacional e Telecomunicações (Inatel), pioneiro na formação de engenheiros elétricos com ênfase em telecomunicações e eletrônica tornou-se centro de excelência na formação de profissionais de engenharia altamente capacitados e teve papel decisivo na transformação de Santa Rita do Sapucaí.
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Outras duas instituições, a Faculdade de Administração e Informática (FAI), que mantém os cursos de Administração de Empresas, Sistema de Informação e Pedagogia, e a Escola Técnica de Eletrônica (ETE), especializada na formação de técnicos em eletrônica, completam a estrutura e educacional do município, atraindo estudantes do Brasil e exterior.
O Vale da Eletrônica
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Em 1958, quando fundou a Escola Técnica de Eletrônica " Francisco Moreira da Costa" , Sinhá Moreira, benfeitora da cidade, não podia imaginar que em pouco tempo Santa Rita do Sapucaí, que até então vivia numa economia predominantemente agropecuária, iria se transformar num importante pólo de tecnologia. Em meio às montanhas do sul de Minas Gerais, numa paisagem invejável, empresas, estudantes e comunidade dividem entre si a responsabilidade de cultivar, através da competência, o apelido de Vale da Eletrônica.
O Pólo Tecnológico de Santa Rita do Sapucaí
Com uma localização geográfica privilegiada - em uma das regiões que mais se desenvolve no país, Santa Rita do Sapucaí está localizada entre os 3 maiores centros econômicos e comerciais do Brasil ( São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte ).
Hoje a cidade é sede do Projeto de Consolidação do Pólo Tecnológico de Santa Rita do Sapucaí, um projeto de cooperação técnica internacional realizado em parceria com as Agências de Cooperação Técnica dos Governos da Alemanha e do Brasil, respectivamente a GTZ e a ABC, esta vinculada ao Ministério das Relações Exteriores. Além do Inatel, o projeto beneficia outras escolas da cidade como a Faculdade de Administração e Informática - FAI, a Escola Técnica de Eletrônica - ETE, o Colégio Tecnológico " Dr. Delfim Moreira" , as indústrias locais e a Prefeitura Municipal de Santa Rita do Sapucaí.
Santa Rita do Sapucaí - Prêmio Mário Covas 2001 de "Cidade Empreendedora"
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Especialistas listam as principais tendências tecnológicas para 2012

Biomimetismo, reconhecimentos de gestos e voz e redes sociais mais intimistas serão alguns dos assuntos mais comentados do ano
O site Fastco Design fez uma pesquisa com diversos especialistas em tecnologia questionando quais serão as tendências do mercado para este ano. Os "meteorologistas da tecnologia" desenharam, a partir de suas experiências em estratégia e engenharia, quais as previsões para 2012.
Segundo o site, o reconhecimento de voz e gestos, redes sociais mais intimistas e a exploração da biomimética – estudo que utiliza os conhecimentos da natureza para a ciência – serão alguns dos assuntos mais comentados do ano. Abaixo é possível conferir as demais tendências identificadas para o ano.
Cidades conectadas
Atualmente as cidades possuem câmeras, sensores e redes para fornecer informações de absolutamente tudo. Existem fotos e vídeos das ruas, serviços de geolocalização com integração às redes sociais e mais um monte de ferramentas que irão se tornar mais acessíveis e, consequentemente, conectar as pessoas às cidades em que vivem.
Reconhecimento de voz e gestos
A interação com a tecnologia está se tornando cada vez mais comum. Agora, nós, literalmente, conversamos com os aparelhos e eles conversam com a gente. Softwares de inteligência artificial em celulares, carros, computadores e até TVs vão se tornar comuns. As pessoas não precisam nem mesmo falar para serem compreendidas. Os equipamentos serão comandados naturalmente pelos humanos por meio de gestos e voz.
Redes sociais mais intimistas
As redes de hoje ainda não atendem adequadamente às necessidades de privacidade e intimidade dos humanos. Os recursos disponíveis amplificaram os círculos de amizade e transformaram os usuários em pessoas diferentes de quem eles realmente são. Em 2012, as empresas vão entregar novas ferramentas para estreitar o círculo social e captar a intimidade e autenticidade de cada usuário.
Convergência dos gadgets e especialização
Na última década o mundo viu hardwares se convergindo e se transformando em peças únicas. Os smartphones são os melhores exemplos disso. Os aparelhos se tornaram uma espécie de canivete suíço, e misturam recursos de câmera fotográfica, filmadora, computadore e celular. Com isso, analistas acreditam que haverá uma especialização em determinados segmentos, já que esse fenômeno está forçando que os equipamentos originais se tornem cada vez melhores. Fora isso, a previsão é que as empresas mantenham essa ideia de criar gadgets cada vez mais completos.
Novidades no mercado móvel
Especialistas acreditam que os celulares irão se tornar um item da "pirâmide de Maslow", junto das necessidades mais básicas de sobrevivência dos seres humanos. A tendência é que o mercado lance mais modelos simples para atrair públicos com menor poder aquisitivo. Um exemplo desta tendência é o smartphone desenvolvido pela Huawei que custa menos de US$ 100 e roda Android. O aparelho vendeu muito bem em países menos desenvolvidos como Índia, Quênia e alguns locais da América do Sul e Ásia, e deve ser bastante copiado por outras fabricantes. Estes aparelhos, no entanto, não serão notáveis pela inovação, mas pelo fato de que uma população mais humilde irá descobrir pela primeira vez as maravilhas da mobilidade.
Colaboração remota
A vida moderna fará com que as pessoas se voltem cada vez mais para um universo digital. E isso já pode ser visto em diversas áreas. Não só o trabalho remoto, mas também o atendimento remoto ao cliente já podem ser vistos na internet, conforme mostra esta matéria. Especialistas, no entanto, ainda acreditam que faltam tecnologias para que nossas experiências virtuais sejam melhores e mais objetivas. Porém, este é um ponto que tende a evoluir neste ano.
Biomimetismo
Este ano também veremos um número crescente de cientistas, tecnólogos, governos e empresas olhando para o biomimetismo. A ideia é projetar sistemas baseados e inspirados na natureza. Muitas vezes a natureza fornece exemplos de economia de energia e outras soluções ecologicamente corretas em seu ecossistema, portanto, nada melhor do que observá-la para desenvolver tecnologias que sigam estes padrões.
Seu funcionário é apaixonado pela empresa? E o seu cliente é fiel?

Estudo da Harvard Business Review afirma que ter funcionários felizes traz tantos benefícios quanto ter clientes satisfeitos
Conseguir ter funcionários felizes está se tornando um dos objetivos mais recorrentes dentro das empresas. O recente estudo da Harvard Business Review, que se foca nos benefícios de se ter funcionários felizes, é só mais uma prova de que esse ambiente gera mais produtividade às companhias.
No entanto, segundo as criadoras do estudo, Gretchen Spreitzer e Christine Porath, nem todo contentamento do mundo pode gerar produtividade. Portanto, não adianta só aumentar o salário do funcionário ou dar mais tempo livre para ele, é necessário dar-lhe coisas que se transformem em benefícios reais para a empresa. Além dos benefícios, Gretchen e Christine afirmam que o caminho para a felicidade de um profissional pode ser conquistado através do sentimento de satisfação após a realização de um trabalho bem feito. Em outras palavras, os chefes devem merecer o comprometimento de seus subordinados.
Para isso, as especialistas dizem ser necessário um maior engajamento. Algumas empresas como a Apple, por exemplo, permitem que grupos de funcionários analisem problemas e dêem sugestões para solucioná-los, mesmo que não estejam ligados às suas áreas de atuação. Além disso, algumas companhias medem a satisfação do funcionário por meio de pesquisas que questionam se o funcionário recomenda a empresa para algum amigo trabalhar ou se recomenda seus serviços e produtos. "Os feedbacks podem ser difíceis de ouvir, mas pode ser uma ação motivacional muito eficaz", comenta Gretchen.
Os feedbacks do outro lado também são importantes. As respostas e comentários dos clientes e dos próprios dirigentes podem causar efeitos drásticos. Os retornos positivos, especialmente de clientes, incentivam os funcionários a continuar realizando um bom trabalho, enquanto as críticas podem inspirá-los a melhorar suas performances ou a procurar ajuda nas próximas atividades.
Por fim, as especialistas afirmam que ter funcionários felizes traz tantos benefícios quanto ter clientes satisfeitos. Eles permanecem mais tempo na companhia, trabalham com mais vontade, têm mais criatividade, responsabilidade e encontram gás para continuar em um bom ritmo por muito mais tempo.
Conheça um computador movido a... água!

Invenção surgiu em 1936 pelas mãos de um russo. Dispositivo funcionava como uma calculadora hidráulica capaz de solucionar equações
Hoje, quando se fala em tecnologia, seja por algum componente da empresa ou uma característica específica, muita gente já pensa na sua marca preferida: Apple, Intel, Google, Samsung, e muitas outras.
Mas antigamente, os computadores não eram nem de longe tão compactos e modernos como os que vemos e temos na atualidade. Eles eram tradicionalmente gigantescos, possuíam alavancas, engrenagens e outros mecanismos enormes que poderiam automatizar seu funcionamento de uma forma ou outra.
Por mais futurista que isso tenha sido naquela época, houve um dispositivo que, apesar de se parecer como um grande sistema de encanamento, era na verdade um computador movido a água. De acordo com a revista russa Science and Life, o aparelho, construído pelo cientista Vladimir Lukyanov em 1936, foi o primeiro do mundo a ser capaz de solucionar equações diferenciais parciais, algo bem difícil de ser feito - quem está na faculdade de matemática, física ou engenharia deve saber bem do problema que estamos falando!

Para solucionar os exercícios, Lukyanov utilizava uma série de tubos de vidro interligados e cheios de água. A resposta era obtida de acordo com o nível de líquido presente em determinados tubos, enquanto tampões e torneiras serviam para alterar as variantes das equações. Resumindo: o computador funcionava como uma calculadora hidráulica, ou seja, um instrumento de cálculo composto por tubos, tanques, canos e válvulas.
O dispositivo inspirou muitos outros produtos e aplicações com tecnologia semelhante, especialmente em áreas como geologia, física térmica, metalurgia e engenharia de foguetes.
Samsung: a nova Apple do pedaço
Entenda por que a empresa sul-coreana pode tomar o lugar da Apple na liderança dos eletrônicos...
Até poucos anos atrás, os grandes nomes do mercado de eletrônicos eram Sony e Philips. Hoje, é difícil imaginar notícias importantes sobre o mundo da tecnologia sem a Samsung sendo citada. Em pouco tempo, a empresa saltou da figuração para o protagonismo nos mais diversos segmentos – e não apenas em eletroeletrônicos.
Pouca gente sabe, mas a empresa sul-coreana possui divisões especializadas em nichos pouco prováveis. Um exemplo: a Samsung é a segunda maior fabricante de navios do mundo (com base nas vendas de 2010, segundo o Bloomberg). Você já imaginava isso? Devemos confessar que aqui no Tecmundo quase ninguém sabia.
Mas para este infográfico e texto, nos atemos à divisão de eletrônicos: a Samsung Electronics. Entenda o que levou a Samsung a ocupar a posição em que está atualmente, competindo de igual para igual com a Apple em vários nichos de mercado (e vencendo em alguns deles).
Líder suprema no mercado de TVs
Por muito tempo, Sony e Samsung dividiram uma central de fabricação de displays LCD, que barateou custos e permitiu que o mercado de ambas fosse estimulado. Mas a parceria foi muito mais proveitosa para a Samsung, que conseguiu crescer – e muito – nas vendas e chegou à liderança do mercado.
Em 2011, a Samsung fechou o ano pela sexta vez consecutiva na liderança. Pouco antes, anunciou que estava comprando a parte da Sony na parceria da fabricação de telas. A transação custou pouco menos de 1 bilhão de dólares e deve garantir ainda mais controle sobre os produtos. O próximo passo da empresa? Desbancar a Apple.
Você pode até pensar que as televisões vendidas pela Samsung não se parecem em nada com os eletrônicos da Apple (AppleTV). Por enquanto isso é verdade, mas durante a CES 2012 foram anunciadas as novas Smart TVs, que trazem recursos inéditos de streaming, gravação e escolha de conteúdo.
Cada vez mais perto do iPhone
Atualmente, a Samsung detém 13% do mercado de smartphones, atrás apenas da Apple, que possui 16% com o iPhone (se incluirmos celulares comuns, a Nokia ainda venceria). Aí você pode dizer: “Há muito mais iPhones do que Galaxy S nas ruas”. Isso é fato, mas existe uma diferença entre as duas empresas que precisa ser mencionada. Enquanto a Apple produz apenas iPhones, a Samsung é mais democrática.
Hoje, consumidores podem comprar aparelhos da Samsung com Android por menos de 400 reais, dependendo do modelo escolhido. O mesmo não pode ser aplicado à Apple, que aqui no Brasil ainda é considerada uma marca de luxo, devido aos altos preços cobrados por seus aparelhos.
Quanto aos tablets, a diferença entre as duas empresas ainda é bastante evidente. No primeiro semestre de 2011, o iPad ainda possuía mais de 60% do mercado, enquanto o Samsung Galaxy Tab estava abaixo dos 20%. A chegada de outros tablets Android de qualidade fez a disputa mudar de Apple contra Samsung para iPad contra Androids.
Fonte para outras empresas
A Samsung também é responsável por produzir materiais que vão equipar eletrônicos de outras empresas. O próprio iPhone utilizou chips da empresa coreana por baixo de seus processadores – e há rumores de que o faz até o A5, mas não fará no A6.
Muitos componentes de hardware para eletrônicos também são criados pela fabricante coreana. Chips de memória RAM e Flash, sensores para câmeras e placas para players multimídia são alguns dos mais comuns. Até o ano passado, existia também uma fábrica de discos rígidos, mas ela foi vendida para a Seagate.
E esses são apenas alguns dos segmentos atendidos pela empresa sul-coreana, que ainda possui bons números de vendas com câmeras digitais e filmadoras, apesar de não atingir a liderança em nenhum dos segmentos. Se a Samsung vai realmente ultrapassar a Apple, só saberemos com o tempo.
Infográfico por: Diogo Saito Takeuchi
Helga Giovanna, Engenheira de Automação e ex-Presidente da ISA, nos envia mais uma matéria.
Programa Ciência sem Fronteiras oferece bolsas na França
O programa Ciência sem Fronteiras está com inscrições abertas para candidaturas a bolsas para graduação-sanduíche, doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado em instituições francesas.
As bolsas para graduação-sanduíche destinam-se a alunos de excelência que tenham completado, no mínimo, o segundo ano de curso no momento do início previsto da viagem.
Os estudos na França devem corresponder, no máximo, ao penúltimo ano do curso no Brasil. As inscrições devem ser realizadas até 15 de janeiro e podem ser feitas por meio das instituições de ensino superior que aderiram ao programa ou por candidaturas individuais.
Os candidatos a bolsas de doutorado-sanduíche ou pleno e pós-doutorado devem se inscrever até 17 de fevereiro.
Também estão abertas as inscrições para bolsas nas modalidades “Atração de jovens talentos”, para vinda ao Brasil de doutores, preferencialmente brasileiros, com pesquisas em áreas prioritárias, e “Pesquisador visitante especial”. A data limite para envio das propostas é até 15 de fevereiro.
Mais informações: www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf
Raupp defende parceria entre institutos de pesquisa e indústria

O novo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, defendeu nesta terça-feira (24) o fortalecimento dos institutos de pesquisa nacionais e a ampliação das parcerias com empresas privadas de modo a alavancar o desenvolvimento de novos produtos no país.
"Os institutos de pesquisa, fortalecidos, devem se alinhar à política de ciência, tecnologia e inovação [do governo] de modo a se dedicarem a grandes projetos mobilizados e estruturantes do desenvolvimento sustentável", disse o novo ministro, durante cerimônia de transmissão de cargo com seu antecessor, Aloizio Mercadante, em Brasília.
Raupp disse que um de seus principais desafios no ministério será fazer a aproximação entres os institutos de pesquisa e a indústria nacional. Citou como exemplo uma parceria firmada entre a Telebrás e a Embraer para desenvolvimento de um satélite geoestacionário, ainda em fase de implementação.
O ministro afirmou que poucas empresas brasileiras investem em inovação tecnológica, medida que considerou essencial para a competição em um ambiente de mercado globalizado.
"Ainda é muito reduzido o número de empresas brasileiras que investem na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos ou serviços para o mercado. Sem o investimento em p&d, as empresas brasileiras não inovam, perdem competitividade e correm o risco de serem engolidas ou trucidadas pelas concorrentes de outros países", disse.
Mais cedo, durante a cerimônia de posse no Palácio do Planalto, o assunto foi tratado pela presidente Dilma Rousseff em seu discurso. Ela falou sobre a necessidade de um "casamento" entre universidade ou centros tecnológicos com empresas.
"Não há nem transferência de tecnologia quando você não tem empresa capacitada para absorver, empresa privada, empresa pública... Há que ter uma empresa, e não tenha um instituto tecnológico e uma rede de pesquisa científica. Ninguém transfere tecnologia, ninguém absorve tecnologia sem essa parceria", disse a presidente.
Segundo o novo ministro, o papel fundamental das universidades deve ser "a formação de profissionais qualificados para atender às diversas demandas da sociedade, acompanhada da realização de pesquisa científica". Entretanto, disse ele, os institutos de pesquisa "são o ente mais apropriado para fazer a intermediação do conhecimento científico com o sistema produtivo".
'Potência ambiental'
Raupp disse ainda que o desenvolvimento da exploração sustentável da biodiversidade do país será outro desafia de sua pasta. De acordo com ele, o sucesso nesse plano pode levar o Brasil a se tornar a "primeira potência ambiental do planeta."
"Temos as condições básicas para isso: meio ambiente riquíssimo e um sistema de ciência e tecnologia maduro e dinâmico. A questão é aproximar esses conceitos", disse o novo ministro.

Objetivos
Proporcionar aos participantes as informações básicas sobre as principais técnicas de medição das variáveis de processos mais comuns na indústria de processos contínuos e descontínuos. Assim como conhecer os principais tipos de válvulas de controle e posicionadores associados às mesmas e também será apresentado as terminologias, simbologias e definições mais utilizadas na área de instrumentação.
Público Alvo
Pessoas que atuem diretamente ou indiretamente nas áreas ligadas a instrumentação, como:
• Engenheiros
• Técnicos
• Supervisores
• Instrumentistas
• Eletricistas
• Projetistas
• Vendedores
• Estudantes das áreas de: automação, eletrônica, mecatrônica e instrumentação
Ementa e Programa
Capítulo 01 - Introdução à Instrumentação
• 1 - Introdução à instrumentação
• 2 - A evolução da instrumentação
• 3 - Definições na instrumentação
• 3.1 - Classes de instrumento
• 3.2 – Faixa de medida (range)
• 3.3 – Alcance (span)
• 3.4 – Erro
• 3.5 – Histerese
• 3.6 – Linearidade
• 3.7 – Repetividade
• 3.8 – Exatidão
• 3.9 – Rangeabilidade
• 3.10 – Terminologia
• 3.11 – Simbologia
• 4 – Principais sistemas de medidas
• 5 – Telemetria
• 5.1 – Transmissores Pneumáticos
• 5.2 – Transmissores Eletrônicos
• 5.2.1 – Transmissor a dois fios
• 5.2.2 – Transmissor a quatro fios
• 6 – Redes de comunicação industrial
• 6.1 – Introdução ao protocolo HART
• 6.2 – Introdução à rede ASI
• 6.3 – Introdução à rede Devinet
• 6.4 – Introdução à rede Profibus
• 6.4.1 – Profibus DP
• 6.4.2 – Profibus PA
• 6.5 – Introdução ao Foundation Fieldbus
Capítulo 02 - Medição de Pressão
• 1 – Definição de pressão
• 2 – Tipos de pressão
• 2.1 – Pressão atmosférica
• 2.2 – Pressão relativa positiva ou manométrica
• 2.3 – Pressão relativa negativa ou vácuo
• 2.4 – Pressão absoluta
• 2.5 – Pressão diferencial
• 2.6 – Pressão estática
• 3 – Unidades de pressão
• 3.1 – Conversão de unidades de pressão
• 4 – Dispositivos para a medição de pressão
• 4.1 – Tubo de Bourdon
• 4.2 – Membrana
• 4.3 – Fole
• 4.4 – Colunas liquidas
• 4.5 – Sensor indutivo
• 4.6 – Sensor piezoelétrico
• 4.7 – Sensor piezoresistivo ou strain gauge
• 4.8 – Sensor capacitivo
• 4.9 – Sensor silício ressonante
Capítulo 03 - Medição de Nível
• 1 – Definição de nível
• 2 – Métodos de medição de nível
• 2.1 – Medição direta
• 2.1.1 – Régua ou Gabarito
• 2.1.2 – Visor de nível
• 2.1.3 – Bóia ou flutuador
• 2.2 – Medição indireta
• 2.2.1 – Princípio de Stèvin
• 2.2.2 – Medição de nível por pressão hidrostática em tanques abertos
• 2.2.3 – Medição de nível por pressão diferencial em tanques fechados e pressurizados
• 2.2.4 – Medição de nível por borbulhador
• 2.2.5 – Medição de nível por empuxo
• 2.2.6 – Medição de nível por radiação
• 2.2.7 – Medição de nível capacitiva
• 2.2.8 – Medição de nível por ultra-som
• 2.2.9 – Medição de nível por radar
• 2.3 – Medição de nível descontínua
• 2.3.1 – Medição de nível por eletrodos
• 2.3.2 – Medição de nível por bóias
• 2.4 – Medição de nível de sólidos
• 2.4.1 – Medição de nível eletromecânica
• 2.4.2 – Medição de nível por células de carga
Capítulo 04 - Medição de Vazão
• 1 – Definição de vazão
• 2 – Unidades de vazão
• 3 – Conversão de unidades de vazão
• 4 – Tipos de medidores de vazão
4.1 – Medidores de quantidade
4.1.1 – Medidores de quantidade por pesagem
4.1.2 – Medidores de quantidade por volume
4.2 – Medidores volumétricos
4.2.1 – Medidores de vazão por pressão diferencial
4.2.1.1 – Placa de orifício
4.2.1.1.1 – Tipos de orificio
4.2.1.1.2 – Tipos de bordos
4.2.1.1.3 – Tipos de tomadas de impulso
4.2.1.2 – Orificio integral
4.2.1.3 – Tubo Venturi
4.2.1.4 – Bocal
4.2.1.5 – Tubo Pitot
4.2.1.6 – Annubar
4.2.1.7 – Malha para a medição de vazão
4.2.1.8 – Compensação da Pressão e da Temperatura
4.2.2 – Rotâmetros
4.2.2.1 – Princípio de funcionamento
4.2.2.2 – Condições de equilíbrio
4.2.2.3 – Tipos de flutuadores
4.2.2.4 – Material do flutuador
4.2.2.5 – Instalação
4.3 – Medidores de vazão em canais abertos
4.3.1 – Vertedor
4.3.2 – Calha Parshal
4.4 – Medidores especiais de vazão
4.4.1 – Medidor de vazão eletromagnético
4.4.1.1 – Princípio de funcionamento
4.4.2 – Medidor de vazão tipo turbina
4.4.2.1 – Princípio de funcionamento
4.4.3 – Medidor de vazão tipo Vórtex
4.4.3.1 – Princípio de funcionamento
4.4.4 – Medidor de vazão ultra-sônico
4.4.4.1 – Por efeito Doppler
4.4.4.2 – Por tempo de trânsito
4.4.5 – Medidor de vazão por efeito Coriolis
4.4.5.1 – Princípio de funcionamento
Capítulo 05 – Tubulação de Impulso e Sistemas de Selagem
• 1 – Definição de Tubulação de Impulso
1.1 – Instalação
1.2 – Constituição da tubulação de impulso
2 – Definição de Sistemas de Selagem
2.1 – Selo Líquido
2.2 – Selo Volumétrico
2.2.1 – Manômetro Petroquímico
2.3 – Selo Sanitário
3 - Purga
3.1 – Purga com gás
3.2 – Purga com líquido
4 - Sangria
Capítulo 06 - Medição de Temperatura
• 1 – Definição de Temperatura
2 – Definição de Calor
2.1 – Modos de propagação de calor
2.1.1 – Condução
2.1.2 – Convecção
2.1.3 – Radiação
3 – Escalas de temperatura
3.1 – Escalas absolutas
3.1.1 – Kelvin
3.1.2 – Rankine
3.2 – Escalas relativas
3.2.1 – Celsius
3.2.2 – Fahrenheit
4 – Normas internacionais de temperatura
5 – Sensores de temperatura por contato físico
5.1 – Termômetro por dilatação de liquido
5.1.1 – Termômetro por dilatação de liquido em recipiente de vidro
5.1.2 – Termômetro por dilatação de liquido em recipiente metálico
5.2 – Termômetro à pressão de gás
5.3 – Termômetro à pressão de vapor
5.4 – Termômetro bimetálico
5.5 – Termopar
5.5.1 – Efeitos termoelétricos
5.5.1.1 – Efeito de Seebeck
5.5.1.2 – Efeito Peltier
5.5.1.3 – Efeito Thonsom
5.5.1.4 – Efeito Volta
5.5.2 – Leis termoelétrica
5.5.2.1 – Lei do Circuito Homogêneo
5.5.2.2 – Lei dos Metais Intermediários
5.5.2.3 – Lei das Temperaturas Intermediárias
5.5.3 – Correlação da FEM em função da temperatura
5.5.4 – Tipos e características dos termopares
5.5.4.1 – Termopares Básicos
5.5.4.2 – Termopares Nobres
5.5.4.3 - Termopares Especiais
5.5.5 – Cálculo da FEM de um termopar
5.5.6 – Compensação manual da junta de referência
5.5.7 – Compensação automática da junta de referência
5.5.8 – Fios de extensão e compensação
5.5.9 – Erros de ligação
5.5.9.1 – Usando fios de cobre
5.5.9.2 – Inversão simples
5.5.9.3 – Inversão dupla
5.5.10 – Termopar de isolação mineral
5.5.11 – Associação de termopares
5.5.11.1 – Associação em série
5.5.11.2 – Associação em série oposta
5.5.11.3 – Associação em paralelo
5.6 – Termoresistência
5.6.1 – Princípio de funcionamento
5.6.2 – Construção física do sensor
5.6.3 – Características da termoresistência de platina
5.5.4 – Vantagens e desvantagens da termoresistência
5.5.5 – Princípio de medição
5.5.5.1 – Ligação a 2 fios
5.5.5.2 – Ligação a 3 fios
5.5.5.3 – Ligação a 4 fios
6 – Sensores de temperatura sem contato físico
6.1 – Radiação eletromagnética
6.1.1 – Hipóteses de Maxwell
6.1.2 – Ondas eletromagnéticas
6.1.3 – Espectro eletromagnético
6.2 – Teoria da medição de radiação
6.3 – Medidores de temperatura por radiação
Capítulo 07 – Válvula de Controle e Posicionadores
• 1 – Definição de Elementos Finais de Controle
2 – Válvulas de Controle
2.1 – Partes Principais de uma Válvula de Controle
2.1.1 – Atuador
2.1.1.1 – Tipos de Atuadores
2.1.1.1.1 – Atuador Pneumático Tipo Mola Diafragma
2.1.1.1.2 – Atuador Pneumático Tipo Pistão Simples Ação
2.1.1.1.3 – Atuador Pneumático Tipo Pistão Dupla Ação
2.1.1.1.4 – Atuador Elétrico
2.1.2 – Corpo
2.1.2.1 – Válvulas de Deslocamento Linear da Haste
2.1.2.1.1 – Válvulas Globo
2.1.2.1.1.1 – Válvula Globo Sede Simples
2.1.2.1.1.2 – Válvula Globo Sede Dupla
2.1.2.1.1.3 – Válvula Globo Gaiola Não Balanceada
2.1.2.1.1.4 – Válvula Globo Gaiola Balanceada
2.1.2.1.2 – Válvula Diafragma ou Saunders
2.1.2.1.3 – Válvula Três Vias
2.1.2.2 – Válvulas de Deslocamento Rotativo da Haste
2.1.2.2.1 – Válvula Borboleta
2.1.2.2.2 – Válvula Esfera
2.1.2.2.3 – Válvula Obturador Rotativo Excêntrico
2.1.2.3 – Internos da Válvula
2.1.2.3.1 – Obturadores
2.1.2.3.1.1 – Obturadores Torneados
2.1.2.3.1.2 – Obturadores com Entalhes em “V”
2.1.2.3.1.3 – Obturadores Estriados ou Perfilados
2.1.2.3.1.4 – Obturadores de Abertura Rápida
2.1.2.3.1.5 – Obturadores Tipo Gaiola
2.1.2.4 – Anel Sede
2.1.3 – Castelo
2.1.3.1 – Castelo Normal
2.1.3.2 – Castelo Aletado
2.1.3.3 – Castelo Alongado
2.1.3.4 – Castelo com Fole
2.1.3.5 – Caixa de Gaxetas
2.1.3.5.1 – Tipos de Gaxetas
2.2 – Características de Vazão
2.2.1 – Características de Vazão Inerentes
2.2.2 – Características de Vazão Instaladas
2.3 – Coeficiente de Vazão (CV)
3 - Posicionadores
3.1 – Principais Aplicações do Posicionador
3.2 – Limitações do Uso do Posicionador
3.3 – Tipos de Posicionadores
3.3.1 – Pneumático
3.3.2 – Eletropneumático
3.3.3 – Inteligente
Instrutor
PAULO TEIXEIRA - Técnico em Instrumentação formado pela Escola SENAI Santos-SP; Técnico em Eletrônica formado pela Escola Piratininga na cidade de Santos-SP; Tecnólogo em Processamento de Dados formado pela UNESP - FATEC / BS na cidade de Santos-SP. Diversos treinamentos na área de automação. Trabalhou na Goiasfértil em Catalão - GO; COSIPA em Cubatão - SP; SENAI Santos no Curso Técnico de Instrumentação; SENAI Curitiba na Unidade Móvel em parceria SENAI - SMAR. Também é professor nos cursos de especialização da PUC - Curitiba; CEFET – Curitiba, CEFET - Ponta Grossa, CEFET – Cornélio Procópio e da ISA Distrito 4 Seções: Curitiba, São Paulo e Uberaba. Atualmente é Diretor da T4M empresa de Consultoria e Treinamentos na área de Instrumentação e Controle de Processos, onde presta serviço para as seguintes empresas: Petrobrás Xisto e Repar, Yokogawa, Smar, Alunorte, ABB, Fluke, SENAI Santos entre outras.
Inscrições
Membros da ISA: R$ 2.200,00
Demais Categorias: R$ 2.500,00
* Solicite a ficha de inscrição pelo e-mail: treinamento@isadistrito4.org.br
TORNE-SE ASSOCIADO ISA
lourenco@isadistrito4.org.br
FORMA DE PAGAMENTO
Depósito no Banco Santander (033)
Agência 0435 (Moema) - C/C 13003202-1 (em nome ISA Distrito 4)
*A taxa dará direito a: coffee-break, almoço, material didático, certificado de participação e credenciamento.
Informações Gerais
Horário:
• Das 09h00 às 18h00;
Local:
• Hotel Mercure Times Square (Av. Jamaris, 100 - Moema);
Credenciamento:
• Comparecer no dia com 30 minutos de antecedência;
Cancelamento:
• Todo pedido de cancelamento deve ser feito por escrito até 10 dias antes do início do evento.
Observação Importante:
• O curso poderá ser cancelado ou ter sua data alterada, por contingências de momento.
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Informações
ISA - Distrito 4 (América do Sul)
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Smart Cities: o que podemos esperar das cidades do futuro?

Sistema de previsão de enchentes, sensores de falta de energia e atendimento ao cidadão através das redes sociais são alguns dos projetos
Já imaginou se o governo do Rio de Janeiro pudesse prever as enchentes no estado? Ou se os cidadãos pudessem reclamar ou sugerir serviços públicos por meio das redes sociais? E se quando acabasse a luz, por exemplo, a empresa responsável já soubesse de antemão em quais bairros estão ocorrendo problemas e como solucioná-los sem que alguém precise ligar para avisá-los?
Essas pequenas mudanças de infraestrutura de uma cidade estão cada vez mais próximas de se tornarem realidade. Isso porque diversos projetos de smart cities, ou cidades inteligentes, estão sendo criados no mundo todo. As cidades do futuro são aquelas que utilizam tecnologias avançadas para atender às demandas da população e de todos que formam o seu ecossistema.
O Grupo Odebrecht, por exemplo, venceu a licitação para a construção da Cidade da Copa na região metropolitana de Recife (Pernambuco) e já pensa em transformá-la também em uma Cidade Inteligente para promover o desenvolvimento urbano na área. A IBM e a Oracle também estão investindo fortemente neste conceito, afinal, as cidades inteligentes nada mais são do que um conjunto de serviços baseados na tecnologia da informação e comunicação. Empresas como estas aplicam a TI para coletar dados de diversos sistemas da cidade e analisá-los de forma inteligente. Com as informações nas mãos, as empresas cruzam esses dados e os conectam por meio de redes mais efetivas. O resultado final são serviços mais eficientes.
A TI dentro de uma cidade inteligente pode auxiliar, por exemplo, no monitoramento da violência nas principais regiões da cidade, por meio da vigilância eletrônica, do planejamento de ações policiais estratégicas e táticas, além de monitorar e organizar o trânsito. O software coleta e analisa os dados e consegue distinguir até em qual rua o semáforo deve ficar mais ou menos tempo aberto para evitar o congestionamento.
No caso da Oracle, a companhia se uniu a uma organização sem fins lucrativos, chamada Living Labs Global, que está trabalhando em Barcelona (Espanha), Birmingham (Inglaterra), Cáceres (Espanha), Cidade do Cabo (África do Sul), Guadalajara (México), Rio de Janeiro (Brasil), São Francisco (Estados Unidos) e Santiago (Chile).
A empresa elaborou um projeto inicial para ajudar a gerenciar as cidades inteligentes que utiliza cinco departamentos centrais: recursos humanos, administração financeira, análises, governança e observação, e serviços de TI compartilhados.
Em um dos projetos da Oracle, realizado em uma cidade com aproximadamente 3,5 milhões de habitantes, a companhia implementou um novo serviço de atendimento ao cidadão para aproximadamente 25 segmentos diferentes. A instalação durou cerca de seis meses, oferecendo ao setor público ambientes sustentáveis com alto grau de conectividade e interoperabilidade.
A companhia quer a tecnologia em todos os departamentos da cidade, reduzindo custos e melhorando a prestação de serviços. "O gerenciamento dos órgãos públicos tornou-se mais complexo. Os líderes do setor público têm de entender e atender às crescentes expectativas dos cidadãos, empresas, autoridades e funcionários", comentou o executivo. "A inovação inteligente resolve até 90% (ou mais) dos pedidos dos serviços públicos por meio de serviços multicanais integrados, incluindo autosserviço Webchat, números locais únicos, Facebook, Twitter, e-mail etc", completou.
Já a IBM decidiu criar quatro áreas específicas em sua estratégia de cidades inteligentes para o mercado brasileiro: segurança pública, transporte, infraestrutura e energia. No programa oficial do Smarter Cities Rio, que ocorreu em novembro de 2011 no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ), Virginia Rometty, que assumiu o posto de CEO global da companhia este mês, disse que está consolidando uma série de conceitos de como ajudar as metrópoles a se tornarem cidades inteligentes.
De acordo com Pedro Almeida, diretor da IBM da divisão de Smart Cities, o grande desafio ao desenvolver um projeto para o Rio de Janeiro era ajudar a resolver a questão das enchentes. "O prefeito queria saber como poderíamos ajudar a cidade a responder melhor a um incidente", disse.
O projeto inicial foi desenvolvido a partir daí, mas acabou se amplificando e trazendo ainda mais sugestões de melhoramentos. A empresa criou um centro de operações com um telão de controle, dividido em quatro grandes blocos. Um deles é voltado para previsões meteorológicas e se chama PMAR. O sistema identifica quais são os pontos de possíveis alagamentos na cidade, dependendo de uma determinada taxa de precipitação. Além disso, o PMAR consegue oferecer uma previsão com certa antecedência, cerca de 48 horas antes da chuva.
"Temos cerca de 32 agências e serviços representadas. Isso permite que eu tenha todas as áreas da cidade cobertas pelo centro de operação", explica Arthur Szabo, executivo de projeto da IBM. "A partir do centro de operações a gente consegue acionar rapidamente esses órgãos. Isso está funcionando sete dias por semana e 24 horas por dia", concluiu.
São cerca de 400 câmeras ativas dentro do Centro de Operações e com isso é possível também fazer o monitoramento de algum incidente que esteja acontecendo na cidade em relação à segurança. Este centro ainda permite que os responsáveis monitorem as condições de trânsito em uma determinada região da cidade.
Outros planos englobam soluções para a energia, como a instalação de sensores automáticos que detectam a falta de luz imediatamente e fazem a medição da energia remotamente, além de um recurso sustentável, que tornaria os cidadãos ao mesmo tempo consumidores e produtores de energia. Fora isso, há ainda a ideia de criar um sistema de gerenciamento doméstico de energia, que permitirá ao cidadão adaptar seus padrões de uso e reduzir custos.

Eike Batista se mexe na cadeira...
...reagindo à lembrança de seus tempos de anonimato. "Os brasileiros pensam que eu apareci no ano 2000 a partir do nada", diz Eike, o homem mais rico do Brasil.
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Poucos brasileiros tinham ouvido falar sobre suas aventuras na Amazônia aos 20 anos de idade, contou ele, quando abandonou a faculdade na Alemanha Ocidental para negociar ouro e apostar os ganhos na construção de uma máquina barulhenta na floresta para processar o metal precioso, sem mineradores.
Ao contrário, Eike só apareceu nas revistas de fofocas na década de 1990 depois que se casou com a modelo e dançarina de carnaval Luma de Oliveira. Naquela época, seu pai, Eliezer Batista, um ex-funcionário do governo, disse-lhe para manter a discrição, enquanto sua fortuna em crescimento tornava-o um alvo de sequestradores.
Eike Batista não fez nada além de se esconder. Agora, aos 55 anos, ele não só é considerado o homem mais rico da América do Sul, com uma fortuna estimada pela Forbes em US$ 30 bilhões, mas também é uma das figuras mais famosas do Brasil, um empreendedor em série com energia ilimitada para vender a si mesmo e a seu país. "O meu cavalo de corrida é o Brasil", disse ele do 22º andar de seu escritório no quartel-general de sua empresa, a EBX, que tem vista para a Baía de Guanabara. "E o Brasil tem hoje a riqueza que a América tinha na virada do século."
Enquanto a presidente Dilma Rousseff o considera um exemplo de executivo do setor privado, empresários rivais afirmam que a principal habilidade dele é como vendedor, ao persuadir investidores a apostar cerca de US$ 24 bilhões em empresas iniciantes de mineração, petróleo, logística, geração de energia e construção naval.
"Eles acham que ele vende muitos sonhos e não realidade suficiente", disse Olavo Monteiro de Carvalho, ex-sócio em uma mina de ouro da Amazônia.
No início deste ano, Eike Batista tem a chance de afastar esse preconceito, quando sua empresa petrolífera, a OGX, deverá começar a produzir petróleo a partir da descoberta de 10 bilhões de barris no mar.
A empresa de Eike de logística também planeja abrir um “superporto” de US$ 2 bilhões no Rio, no ano que vem, e ele diz que vai ser a versão latino-americana de Rotterdam. Situado em território equivalente a uma Manhattan e meia, o porto vai ter capacidade para transportar cerca de 350 milhões de toneladas de importações e exportações por ano, incluindo petróleo e minério de ferro de empresas de Eike.
Os brasileiros continuam divididos sobre o que achar do homem simplesmente conhecido como Eike. Alguns o veem como um megalomaníaco exibicionista e debocham de suas fotos tiradas ao lado de seu Mercedes McLaren de US$ 1 milhão.
Eike Batista não se arrepende da imagem que criou e diz que está tentando mudar a cultura conservadora sobre riqueza que seu pai viveu, e ensinar aos brasileiros a olhar para seus empresários da forma como os americanos fazem.
"Eu quero ajudar toda uma geração de brasileiros a se orgulhar", diz. "Eu sou rico, sim. Eu mesmo construí isso. Não roubei. Simplesmente mostro isso".
Ultimamente, Eike está totalmente sem amarras. Ele viaja pelo mundo em seu jato Gulfstream de US$ 61 milhões, muitas vezes dando palestras, e interage com seus mais de 539.600 seguidores no Twitter, a quem oferece "frases educativas" para inspirar.
Em seu escritório, ele exibe fotos emolduradas de seus dias como campeão em corrida de lancha e uma espada que lhe foi dada por um parceiro japonês em agradecimento a um negócio fechado.
Ele intercala seu inglês com sotaque alemão - uma das cinco línguas que fala fluentemente - com frases em francês como "C'est la vie”. Sua risada contagiante lembra o Charada de 1960 da série de "Batman" na televisão.
Eike diz que sua jornada começou como uma "busca à independência financeira" e um desejo ardente de fugir da sombra de seu pai famoso, um engenheiro brasileiro que ajudou a aumentar o comércio internacional de commodities no Brasil.
Nascido em Minas Gerais, Eike tem seis irmãos. Quando era pequeno, sofria de asma crônica. Sua mãe, uma alemã, colocava-o na piscina. "Isso abriu meus pulmões", disse ele. Ele continua a ser um ávido nadador e corredor.
Quando era adolescente, sua família se mudou para a Europa, vivendo em Genebra, Düsseldorf e Bruxelas. O pai de Batista, que no Brasil tinha sido presidente da empresa estatal de mineração, decidiu entrar em um "exílio amigável" quando o governo militar do Brasil desconfiou que fosse comunista por sua fluência em russo, uma das várias línguas que fala. Na Europa, o pai de Eike trabalhou para construir os negócios internacionais da empresa de mineração.
Na década de 1960, o pai de Eike notou que o Brasil poderia lucrar muito com a exportação de minério de ferro para o Japão. Mas a distância era enorme, então convenceu estaleiros a construir grandes embarcações, e ele liderou o desenvolvimento de um porto brasileiro com profundidade suficiente para os navios atracarem.
Eike diz que seu pai "fez um monte de coisas incríveis para o Brasil", mas que "nunca quis tomar riscos”.
Seus pais voltaram para o Brasil quando Eike tinha 18 anos. Ele ficou em Bruxelas e foi de porta em porta vendendo seguros, e depois negociando diamantes e carne enlatada.
Em 1978, Eike leu sobre a corrida do ouro na Amazônia. Aos 22, ele deixou a Universidade de Aachen na Renânia do Norte-Vestfália, onde foi estudar engenharia metalúrgica, e voltou ao Brasil. Ele convenceu um joalheiro no Rio a emprestar-lhe US$ 500 mil - "com certeza, eles sabiam que meu pai foi importante", disse ele - e foi para a Amazônia.
Com o empréstimo, ele começou a negociar ouro, agindo como um intermediário entre mineradores e compradores no Rio e em São Paulo. Ele disse que ganhou US$ 6 milhões em um ano e meio de negociação.
Depois de uma empresa brasileira de mineração de estanho, tentou copiar a idéia para extração de ouro, percebendo que teria uma margem de lucro enorme mesmo se cometesse erros. "Era à prova de idiotas ricos", disse ele.
Aos 23 anos, ele apostou tudo na construção de sua máquina. Mas o custo de comprar dos mineradores e os desafios de conseguir tratores e óleo diesel em uma área repleta de malária e ilegalidade se provou formidável.
Ele resistiu até seus últimos US$ 300 mil e se perguntou se "deveria ir para a praia" ou retomar o estudo de engenharia. Em seguida, a máquina começou a funcionar. Logo estava ganhando US$ 1 milhão por mês.
Enquanto Eike de alguma forma driblava a malária, ele não evitava problemas. Um dia foi confrontar um minerador que lhe devia dinheiro. O minerador estava bêbado. Eike Batista o xingou. Quando ia embora, o minerador atirou nele pelas costas com um revólver. "Eu estava longe o suficiente para que o impacto não fosse mortal", disse ele.
Seus guarda-costas disseram-lhe, mais tarde, que mataram o minerador.
Após sua experiência amazônica, Eike procurou as minas de ouro mais ricas do Brasil. Seu pai, temendo que o filho corria o risco de ser sequestrado, o encorajou a pesquisar fora do país. Ele tentou, mas falhou na Rússia, na Grécia, na República Checa, no Equador e na Venezuela, depois de perder centenas de milhões de dólares.
As experiências assustaram ele e em 2000 decidiu se dedicar a projetos no Brasil.
Ele falhou em outros tipos de negócios, entre jipes, cerveja e até perfume. "Em produtos de consumo, é muito mais difícil", disse ele. "Como você não tem margens de lucro à prova de idiotas, não pode cometer muitos erros."
Atualmente, está obcecado em inspirar uma nova geração de empresários brasileiros a tomar riscos como ele. "Nós não precisamos só ter os melhores jogadores de futebol do mundo", disse ele. "Por que não ter o melhor empresário do mundo?"
Nos últimos anos, ele investiu muito em restaurar o que chama de "auto-confiança" do povo do Rio de Janeiro, dizendo que gasta US$ 10,7 milhões por ano para ajudar um programa policial a livrar favelas de traficantes de drogas. Quando o governador do Rio, Sérgio Cabral, precisava de dinheiro para ajudar com a candidatura do Rio para a Olimpíada de 2016, Eike Batista disse que concordou em gastar US$ 12,3 milhões para contratar a agência de marketing que ajudou Londres a ganhar os Jogos de 2012.
"Olhe o que aconteceu agora", disse Eike. "Os preços dos imóveis triplicaram. As pessoas deveriam me pagar uma comissão".
http://www.ebx.com.br/pt-br/Paginas/inicio.aspx
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