Celulares que dispensam carregamento de bateria chegam ao mercado em 2014


Empresa cria células solares tão eficientes que conseguem suprir a necessidade da energia convencional

É provável que a partir de 2014 estejam à venda smartphones e tablets com uma eficiência energética tão alta que seus donos não precisarão mais plugá-los na tomada.

Uma empresa chamada SunPartner desenvolveu módulos de células solar com espessura de 300 mícrons que podem ser encaixados sobre ou sob a tela sensível ao toque. Eles custam apenas US$ 1 ou US$ 2 e carregam os aparelhos enquanto não estão em uso.

Em entrevista ao VentureBeat, Mathieu Debroca, diretor de mercados internacionais da SunPartner, explicou que é possível compensar totalmente o consumo de energia de um smartphone durante o standby. "E podemos estender a vida da bateria em 20%."

As células atuais absorvem 2,5 miliwatts por centímetro quadrado do telefone, mas a SunPartner trabalha para impulsionar a eficiência de 8% para 30%, criando uma corrente de energia que poderia carregar o aparelho e dar mais 50% de conversação.

Teoricamente, um celular com essas células poderia ficar eternamente ligado em modo de espera, mas e-readers, que já trabalham com alta eficiência, conseguiriam dispensar o carregador mesmo se em uso.

Atualmente, a empresa, que é da França, trabalha com os 10 principais fabricantes de telefones móveis do mundo, segundo Debroca. "Esperamos ter acordos de licenciamento no início do próximo ano e produtos no mercado até 2014."

Empreendedorismo é disciplina obrigatória para cursos de nível técnico

A medida é resultado de acordo de cooperação técnica entre o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas) e o Ministério da Educação, que cria no país o Pronatec Empreendedor, assinado nesta terça-feira (28), durante o Encontro Nacional de Educação Empreendedora, em Brasília.

A meta é chegar a cerca de 1,5 milhão de estudantes de todo o país. A parceria prevê também a capacitação de sete mil professores até 2014 e a oferta de aproximadamente mil bolsas de estudo para os professores interessados em cursos de especialização e/ou mestrado em educação empreendedora.

A assinatura do convênio contou com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer, do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e do presidente do Sebrae, Luiz Barretto. Temer destacou que a parceira incentiva o ensino técnico e o crescimento econômico do país.

"O Sebrae se junta ao Ministério da Educação para cuidar do empreendedorismo. O Sebrae caminha cada vez mais para ajudar no desenvolvimento do país", afirmou.

Com essa iniciativa, o Ministério da Educação agrega ao Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) a perspectiva do autoemprego, além do desenvolvimento de competências empreendedoras, fundamentais tanto para a vida pessoal quanto profissional.

O acordo prevê a construção de uma programação para o desenvolvimento de competências ligadas, entre outros aspectos, à aplicação de conceitos e princípios de gestão e à percepção e análise de condições de oportunidade de mercado.

"Essa parceria com o Sebrae é muito importante. Nós precisamos criar uma cultura empreendedora nos jovens. Isso aumenta a produtividade, a cultura de inovação e a competitividade no Brasil", destacou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

"Empreendedorismo na educação significa valorizar os processos educacionais que estimulam o desenvolvimento do ser humano em todas as suas dimensões, de forma que ele possa contribuir com ideias para o mundo dos negócios e para o ambiente em que está inserido", afirmou o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

"O comportamento empreendedor é útil para quem vai ter o próprio negócio ou para quem vai trabalhar em uma empresa. O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e globalizado, exige trabalhadores bem qualificados, mas que tenham um diferencial", completou.

O Sebrae será responsável pela capacitação dos professores, que será realizada via internet, durante quatro semanas, com duração total de 32 horas. Capacitados, os professores poderão aplicar a disciplina nas salas de aula.

Será oferecida uma disciplina de empreendedorismo que terá até 52 horas de duração. A matéria será obrigatória e fará parte do currículo de 15 cursos, entre eles cabeleireiro; cuidador de idoso; promotor de vendas; montador e reparador de computadores e técnico em informática.

Dentre as principais competências a serem desenvolvidas durante a disciplina estão: compreender o mercado de trabalho e o mundo do trabalho para o desenvolvimento do seu projeto de vida; identificar os tipos de empreendedorismo e suas características; reconhecer a importância do desenvolvimento de atitudes empreendedoras para o seu projeto de vida e desenvolver um plano de vida e carreira.

Fases

O Pronatec Empreendedor terá três etapas. A primeira é a de sensibilização, com objetivo de mobilizar estudantes, educadores e instituições de ensino para a temática do empreendedorismo. Para isso, serão disponibilizados pelo Sebrae materiais de divulgação como cartilhas, publicações, vídeo, banners, entre outros.

A próxima fase é a capacitação de estudantes e professores, passo em que ocorre o ensino da disciplina e a oferta de especialização ou mestrado na área de Educação Empreendedora para os docentes.

Por último, haverá uma premiação para ações de discentes, educadores e instituições que apresentarem bons relatos e experiências resultantes de atividades de empreendedorismo.

Durante o processo de implantação do Pronatec Empreendedor, cerca de dois mil professores, em um primeiro momento, serão capacitados para o ensino da disciplina de empreendedorismo a um grupo de cem mil estudantes de todo o Brasil.

E a expectativa é que, até 2014, outros cinco mil professores sejam habilitados para orientar mais de 1,5 milhão de estudantes.

Pílula facilita acessos ao guardar senhas no estômago


Surgiram tantos problemas neste ano por causa de roubo de senhas que os principais serviços da internet resolveram adotar o sistema de verificação em dois passos, na tentativa de coibir acessos não autorizados. Mas e se isso não for suficiente?

Uma empresa criou um jeito inusitado de se armazenar senhas: tudo fica guardado em uma pílula. Seria mais seguro e facilita a vida de quem passa o dia digitando códigos em um monte de sites.

Como explica o pessoal do Update or Die, a cápsula guarda um sensor de 1 millímetro com dois materiais condutivos. Cada um fica de um lado, mas quando o estômago dissolve a pílula eles se conectam, liberando por um dia inteiro as senhas que você tiver guardado ali.

Computadores, celulares, tablets e até carros conseguem reconhecer o sinal com as senhas, fazendo com que o usuário economize tempo. Basta chegar perto e o recurso é ativado.

A pílula, batizada de Edible Password Pill for Devices, foi criada pela Proteus Digital Health, segundo os quais você pode usar a novidade todos os dias por um mês.


http://www.updateordie.com/2013/06/05/a-senha-de-engolir/


http://proteusdigitalhealth.com/

ARM lança processador anti-pirataria

A ARM lançou, na última segunda-feira, 3, uma série de processadores. Entre eles, o ARM Mali V-500, com proteção anti-pirataria, também conhecida como DRM.

De acordo com a companhia, o chip é capaz de reproduzir vídeos em alta definição, mas com proteção da ARM TrustZone, que garante que o conteúdo não poderá ser copiado.

A novidade, assim como muitos processadores da empresa, deverá ser utilizada em smartphones e tablets.

“Com o objetivo de proteger seus investimentos bilionários, estúdios e produtores de conteúdo demandam por segurança de hardware em todos os dispositivos, para que eles possam fornecer seu conteúdo Premium”, diz Cris Porthouse, diretor de desenvolvimento de mercado da ARM, em seu blog.

Este é o primeiro processador equipado com a tecnologia. Porthouse diz que, com isso, a expectativa é que empresas de Hollywood ou provedoras de serviço, como o Netflix, forneçam seu melhor conteúdo em alta definição para dispositivos móveis sem medo de serem pirateadas.

TechTudo - Teresa Furtado

Como são as baterias hoje

A velha história da bateria de smartphone viciada ainda é dúvida na cabeça de muita gente. Afinal, não esperar que o aparelho termine de carregar antes de desplugá-lo da tomada ou carregá-lo antes que a bateria se esvaia por completo faz mal? Confira neste artigo preparado pelo TechTudo e entenda mais sobre a bateria do seu celular.

As baterias utilizadas atualmente em smartphones e outros eletrônicos são as de íons de lítio (Li-Ion). Elas não guardam o que ficou conhecido como memória de carregamento. Em outras palavras, elas não viciam. Por isso, não há a necessidade de aguardar que o smartphone descarregue completamente para efetuar uma nova carga; da mesma forma, não há perigo de deixá-la "mal-acostumada" caso você retire-a da tomada antes do tempo.

Isso não significa, porém, que as baterias mantenham-se como novas após anos de uso. Na maioria dos casos, elas têm uma vida útil estimada em cerca de três anos, já que perdem parte de sua capacidade ao longo do tempo. Por isso, temos a impressão que nossos aparelhos não são mais "os mesmos".

Os aparelhos produzidos nos últimos anos normalmente utilizam baterias Li-Ion, mas é sempre aconselhável verificar se a dos seus dispositivos realmente é deste tipo para não ter nenhuma perda desnecessária.

De onde veio o mito?

Quando os celulares se popularizaram, circulava a informação de que as baterias viciavam. Se você as carregasse antes de finalizar a carga anterior, a seguinte duraria menos tempo e assim por diante.

Os primeiros celulares possuíam baterias de níquel, que requeriam que a carga se esvaísse por completo antes de fazer uma nova recarga. Caso contrário, eram afetadas pelo efeito memória. Por isso, os aparelhos antigos acabam necessitando de novas baterias frequentemente se o dono não quisesse andar com o carregador na bolsa.

Cineasta com paralisia infantil cria animação sobre deficientes físicos

Paulo Henrique Machado é um animador de 45 anos de idade, prestes a lançar seu principal trabalho. Vitima de paralisia infantil, ele reside há 44 anos na UTI do Hospital das Clínicas.

Machado vive com o auxílio de aparelhos para respiração artificial. Dentro do hospital ele estudou, concluiu o ensino médio e se aprofundou nos conhecimentos de informática. Com cursos ministrados pelo Senac, ele aprendeu a animar e trabalhar com softwares 3D.

Agora ele pretende unir seus conhecimentos à experiência de vida para criar a série “Leca e Seus Amigos”. Voltado ao público infantil, o seriado quer mostrar como pessoas com necessidades especiais vivem e veem o mundo. “O intuito é transmitir uma mensagem de inclusão, mas não uma inclusão que vem pela vitimização, culpa ou caridade”, diz Bruno Saggese, envolvido com o roteiro e direção de arte do projeto.

O projeto terá 12 episódios, cada um com 13 minutos de duração. O cineasta procura financiamento coletivo pelo site Catarse para arrecadar, até o dia 15 de junho, R$ 120 mil. No momento, Paulo e sua equipe já conseguiram R$ 50 mil.

http://catarse.me/pt/leca

Com contribuições a partir de R$ 15, você obtém o link para download do piloto. Já com R$ 50, por exemplo, você recebe o link para download, e uma cópia autografada do livro 'Pulmão de Aço - Uma Vida no Maior Hospital do Brasil' de Eliana Zagui, jornalista companheira de quarto de Paulo Henrique.

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