10 curiosidades sobre o Google

O Google está na mídia o tempo todo, mas existem dados sobre a companhia que algumas pessoas ainda desconhecem. O Business Insider reuniu 10 fatos curiosos sobre a gigante da web que merecem atenção. Confira abaixo.

1 – O Google.com, que abriga as mais importantes empresas do mundo, contém 23 erros em seu código.

2 – A empresa já fotografou mais de 8 milhões de quilômetros para o Street View.

3 – Originalmente a companhia se chamaria ‘Googol’, mas os investidores escreveram ‘Google’ no primeiro cheque de contribuição e o nome permaneceu.

4 – O banco de dados de buscas do Google tem mais 100 milhões de gigabytes. Seria necessário 100 mil HD externos de 1 terabyte para armazenar todos estes dados.

5 – O mundo assiste mais de 450 mil anos de vídeos no YouTube por mês. Isto é mais do que o dobro de anos de existência dos humanos modernos.

6 – O Google usa o captcha para ensinar computadores a ler textos digitalizados de livros. São 200 milhões de captchas resolvidos por dia.

7 – A página do Google tem um layout simples, porque Sergey Brin e Larry Page não sabiam HTML. A dupla decidiu deixar o site da mesma forma para reforçar a identidade.

8 – A gigante da web deve ser a única companhia que tem como objetivo explícito reduzir o tempo que as pessoas passam em seu site.

9 – Na média, a companhia adquiriu mais de uma empresa por semana desde 2010.

10 – Em 2011, 96% dos US$ 37,6 bilhões em receita do Google vieram apenas de anúncios.

Descubra se seu celular é pirata

Faça consultas no site da Anatel e saiba se seu aparelho sofrerá bloqueios de chamadas !



A Anatel anunciou recentemente que as operadoras de telefonia móvel poderão bloquear as ligações feitas a partir de celulares piratas ou não homologados no Brasil. 

A medida serve como um alerta: a partir de 2014, antes de comprar um aparelho no exterior é importante verificar se ele funcionará por aqui. O mesmo acontece para modelos de fabricantes praticamente desconhecidas.

Existem algumas maneiras de descobrir se um celular é homologado pela agência reguladora. Uma delas é buscar pelo selo da Anatel. O adesivo normalmente é fixado no manual do produto e traz um número de homologação em alguma parte do dispositivo. Mas se o aparelho for comprado fora, o ideal é buscar informações online. No site da agência é possível consultar produtos pelo nome da fabricante ou outras informações.

O site traz uma listagem que mostra quais aparelhos estão validados no país. Em alguns casos, a página apresenta o equipamento como ‘suspenso’ ou ‘cancelado’, mas isso não significa, necessariamente, que o uso dele está proibido. Esse status pode identificar que o produto deixou de ser fabricado e a homologação não foi renovada, por exemplo. Já o status ‘Indeterminado’ sinaliza que o celular está homologado, mas não há data limite de validação.

Informe o nome da fabricante e escolha o tipo de 'Serviço/Aplicação'. Se a busca é por um celular, selecione 'Serviço Móvel Pessoal - SMP'. Abaixo, em 'Tipo de produto', clique em 'Telefone móvel celular', então, confirme a consulta no fim da página e busque pelo aparelho:

http://sistemas.anatel.gov.br/sgch/Consulta/Homologacao/Tela.asp?navH=1&c=1&p=1
Google negocia para expandir internet na África


Empresa tenta aumentar número de usuários de internet para expandir negócios no terceiro mundo

O Google está participando de discussões na África e no sudeste da Ásia para levar para estas regiões desfavorecidas financeiramente infraestrutura para internet sem fio nas cidades. 

Segundo o Wall Street Journal, uma fonte ligada ao assunto afirma que a rede estaria disponíveis para moradores de fora das maiores cidades, onde internet a cabo não está disponível, e ainda poderia melhorar as velocidades nos centros urbanos

Apesar de a medida lembrar muito o slogan da empresa "Don't be evil" ("Não seja mau"), a medida tem uma explicação simples. O Google precisa atingir novos mercados para continuar crescendo, mas seu modelo de negócios depende de uma coisa para isso: internet.

Segundo estimativa da Internet World Stats, África e Ásia são os continentes com menor índice de penetração de internet, com 15,6% e 27,5% respectivamente. E este é um mercado altamente inexplorado pela empresa e que são potenciais consumidores.

O Google não confirma, mas a história bate com a expedição do chairman da empresa Eric Schmidt para fazer aliados pelo globo. 

É importante ressaltar, no entanto, que apesar de o Google se beneficiar diretamente de levar internet para lugares menos favorecidos, todo o ecossistema de tecnologia se beneficia com mais usuários de internet, como nota o TechCrunch.
"Vale do Silício brasileiro" recebe investimento de quase R$ 9 milhões


O Porto Digital, parque tecnológico no centro de Recife com 150 empresas de TI, também conhecido como o "Vale do Silício brasileiro", receberá um investimento importante. O BNDES liberou R$ 8,8 milhões para a estruturação da Porto Mídia, ponto de partida para iniciativas em economia criativa. Os recursos vêm do Fundo Cultural do BNDES.

À Agência Brasil, Francisco Saboya, informa que o financiamento consolida a expansão do parque tecnológico. As empresas do local faturaram cerca de R$ 1 bilhão no ano passado.

“Considerando a necessidade de o Porto Digital se expandir  e o potencial enorme que a cidade do Recife tem para as  atividades da chamada economia criativa, em especial as áreas de games, audiovisual, música e design, o Porto Digital endereçou essa questão e contou com apoio do BNDES”, disse.

Os recursos deverão ser aplicados na restauração do imóvel conhecido como "Convento" e na aquisição de equipamentos para estúdios e laboratórios.

"É um apoio para estruturar um equipamento  que será a âncora do polo de economia criativa do Recife", afirma Saboya.

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, assegurou ao assinar o contrato que o projeto do Porto Mídia do Recife “é uma combinação virtuosa de nossa política de apoio ao restauro do patrimônio histórico com o fomento à economia criativa e à tecnologia”.  Os recursos do banco correspondem a 60% do investimento total do projeto.

www.portodigital.com.br
Invenção de garota de 18 anos almeja recarregar bateria de celular em 20 segundos



Eesha Khare, 18, exibe supercapacitor que permite armazenar grande quantidade de energia e tem rápido recarregamento

A norte-americana Eesha Khare, 18, inventou uma tecnologia que almeja recarregar a bateria de dispositivos móveis, como celulares e tablets, em apenas 20 ou 30 segundos. A criação rendeu à Eesha uma bolsa de estudos no valor de US$ 50 mil (R$ 106 mil) e o prêmio de jovem cientista da feira internacional de engenharia da Intel, realizada na última semana, nos EUA.

Chamado de "supercapacitor", o dispositivo consegue armazenar uma grande quantidade de energia em um pequeno espaço, com rápido recarregamento e longo tempo de conservação.

Até o momento, a tecnologia foi usada apenas em lâmpadas LED, mas Eesha acredita que poderá fazê-la funcionar em celulares e, talvez, em carros elétricos também.

"A bateria do meu celular está sempre acabando", afirmou a jovem à emissora norte-americana NBC sobre a inspiração que a levou a estudar nanotecnologia. "Nada de alerta de pouca bateria quando você precisa enviar mais um SMS ou quando faltam apenas duas páginas para terminar seu e-book", disse a Intel no comunicado oficial sobre a feira de engenharia.

Além da velocidade, a nova bateria também tem vida útil maior, oferecendo 10 mil ciclos de recargas, enquanto as tradicionais presentes no mercado têm, em média, 1 mil.

 

Alerta usuários ao acessar sites não recomendados pelo Procon

A extensão do navegador Google Chrome "Lista Segura" usa a lista de 275 sites de compras não recomendados pelo Procon para identificar e alertar o usuário se ele está navegando em uma loja não confiável.

Para ativar o aplicativo, disponível para download gratuito na web store, basta instalá-lo no navegador. Quando o usuário entra em uma página da lista do Procon, um ícone "X" vermelho surge do lado direito da barra de endereços. Ao clicá-lo, aparecem informações sobre o site site, como o nome da empresa responsável, CNPJ e data de inclusão na lista do Procon.

https://chrome.google.com/webstore/detail/lista-segura/fkpfhiinfnimfpldpljanohkbjjjeobi?utm_source=chrome-ntp-icon

O aplicativo também mostra os 71 novos sites incluídos na "lista negra" no mês passado, quando foi atualizada pela última vez. A maioria das reclamações, segundo o órgão, refere-se a irregularidades como a falta de entrega do produto adquirido pelo consumidor e a ausência de soluções para o problema.

A lista do Procon/SP de sites não recomendados possui um total de 274 itens. Este aplicativo foi criado com o intuito de alertar usuários que não desejam consultar a lista a cada vez que entram em um site novo.

A lista pode ser encontrada no seguinte endereço: http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_sitenaorecomendados.pdf

 

BBC

Menino autista gênio da física cotado para um dia levar Nobel


Jacob falava pouco, mas estava constantemente pensando em padrões matemáticos (Foto: BBC)

Aos dois anos de idade, o jovem americano Jacob Barnett foi diagnosticado com autismo, e o prognóstico era ruim: especialistas diziam a sua mãe que ele provavelmente não conseguiria aprender a ler ou sequer a amarrar seus sapatos.

Mas Jacob acabou indo muito além. Aos 14 anos, o adolescente estuda para obter seu mestrado em física quântica, e seus trabalhos em astrofísica foram vistos por um acadêmico da Universidade de Princeton como potenciais ganhadores de futuros prêmios Nobel.

O caminho trilhado, no entanto, nem sempre foi fácil. Kristine Barnett, mãe de Jacob, diz à BBC que, quando criança, ele quase não falava e ela tinha muitas dúvidas sobre a melhor forma de educá-lo.

"(Após ser diagnosticado), Jacob foi colocado em um programa especial (de aprendizagem). Com quase 4 anos de idade, ele fazia horas de terapia para tentar desenvolver suas habilidades e voltar a falar", relembra.

"Mas percebi que, fora da terapia, ele fazia coisas extraordinárias. Criava mapas no chão da sala, com cotonetes, de lugares em que havíamos estado. Recitava o alfabeto de trás para frente e falava quatro línguas".

Jacob diz ter poucas memórias dessa época, mas acha que o que estava representando com tudo isso eram padrões matemáticos. 'Para mim, eram pequenos padrões interessantes.'

Estrelas

Certa vez, Kristine levou Jacob para um passeio no campo, e os dois deitaram no capô do carro para observar as estrelas. Foi um momento impactante para ele.

Meses depois, em uma visita a um planetário local, um professor perguntou à plateia coisas relacionadas a tamanhos de planetas e às luas que gravitavam ao redor. Para a surpresa de Kristine, o pequeno Jacob, com 4 anos incompletos, levantou a mão para responder. Foi quando teve certeza de que seu filho tinha uma inteligência fora do comum.

Alguns especialistas dizem, hoje, que o QI do jovem é superior ao de Albert Einstein.

Jacob começou a desenvolver teorias sobre astrofísica aos 9 anos. No livro The Spark (A Faísca, em tradução livre), que narra a história de Jacob, ela conta que buscou aconselhamento de um famoso astrofísico do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, que disse a ela que as teorias do filho eram não apenas originais como também poderiam colocá-lo na fila por um prêmio Nobel.

Dois anos depois, quando Jacob estava com 11 anos, ele entrou na universidade, onde faz pesquisas avançadas em física quântica.

Questionada pela BBC que conselhos daria a pais de crianças autistas - considerando que nem todas serão especialistas em física quântica -, Kristine diz acreditar que "toda criança tem algum dom especial, a despeito de suas diferenças".

"No caso de Jacob, precisamos encontrar isso e nos sintonizar nisso. (O que sugiro) é cercar as crianças de coisas que elas gostem, seja isso artes ou música, por exemplo".

TechTudo - Gisele Goes

Galaxy S4 é o primeiro Android considerado 'seguro' para fins militares

A Samsung lançou uma suíte de segurança empresarial durante a última MWC, em Barcelona. Sob o nome de "Knox", o sistema, exclusivo do Galaxy S4, recebeu esta semana o aval do governo pelo Departamento de Defesa dos EUA. Considerado adequadamente seguro para fins militares, esta é a primeira vez que um dispositivo Android recebe aprovação para esse tipo de funcionalidade de alta-segurança.

A promessa funciona quase como um computador particionado, rodando dois sistemas independentes. O perfil empresarial tem os dados criptografados, tais como e-mails de trabalho e documentos, e tem suporte para gerenciamento remoto. Já os arquivos pessoais ficam separados do controle do administrador.

Know, então, mantém o modo de "trabalho" completamente protegido contra malwares ou qualquer outro tipo de problema do gênero. Por outro lado, o usuário é livre para fazer o que quiser com o modo "pessoal", sem sequer misturar seus arquivos. A estratégia é muito semelhante à do BlackBerry 10, que oferece dois ambientes distintos em um mesmo dispositivo.

Inicialmente apenas o Galaxy S4 suporta o aplicativo Knox, mas a Samsung afirma que planeja levá-lo para outros aparelhos. Enquanto isso, o iPhone também deverá ser submetido a testes de segurança pelo Departamento de Defesa dos EUA e uma resposta sobre seu uso pelo governo americano deverá ser dada nas próximas semanas. Já o BlackBerry 10...

TechTudo - Edivaldo Brito

Qual é a diferença entre WEP e WPA? Qual é o mais seguro?

Segurança em redes sem fio é algo mais crítico do que em redes cabeadas, pois como é transmitida pelo ar, qualquer um pode “capturar” suas informações. Mas a tecnologia foi bem planejada e conta com protocolos que a tornam mais segura. Dentre esses, destacam-se o WEP (Wired Equivalent Privacy ou “Privacidade Equivalente à de Redes com Fios”) e o WPA (Wi-Fi Protected Access ou Acesso sem fio protegido).

Se você ainda não conhece nenhum deles ou não entende qual deles pode tornar sua rede mais segura, não se preocupe! O TechTudo esclarece isso para você neste especial.

Protocolos de segurança em redes sem fio

Mesmo com todos os cuidados, nem sempre é possível evitar que as informações em redes sem fio sejam capturadas. O que pode ser feito é criptografar, ou seja, transmitir as informações de um jeito que, mesmo que elas sejam capturadas, não possam ser compreendidas. Esse trabalho de criptografia é feito por protocolos de segurança, que codificam os dados que navegam entre o PC e o roteador para impedir que alguém além desses dois pontos entenda o que está sendo transmitido.

WEP

Este protocolo foi lançado como um padrão de segurança em 1997 e tornou-se o pioneiro no assunto de proteção de redes sem fio. Ele utiliza o algoritmo RC4 para criptografar os pacotes que serão trocados numa rede sem fios e usa também uma função detectora de erros que verifica se a mensagem recebida foi corrompida ou alterada no meio do caminho.

Entretanto, depois de vários estudos e testes realizados com este protocolo, descobriu-se algumas vulnerabilidades e falhas que fizeram com que o WEP perdesse quase toda a sua credibilidade. O próprio algoritmo de criptografia RC4 foi apontado como o principal calcanhar de Aquiles do protocolo, e mesmo sendo indicadas outras opções para substituí-lo, o WEP caiu em descrédito e deixou de ser usado em aplicações sérias.

Apesar disso, o protocolo ainda é muito usado ainda hoje, principalmente em instalações residenciais. Isso ocorre em parte por pura falta de informação dos usuários de redes sem fio e também pela insistência de fabricantes de pontos de acesso em permitir que esses equipamentos ainda suportem este padrão de segurança.

WPA

O WPA pode ser considerado um protocolo WEP melhorado, já que ele surgiu a partir de um esforço conjunto de membros da Aliança Wi-Fi e do IEEE para combater algumas das vulnerabilidades do WEP e aumentar o nível de segurança das redes sem fio.

O WPA possui características interessantes que o tornam uma ótima opção para quem precisa de segurança. Por exemplo: é possível usar WPA em uma rede híbrida que tenha WEP instalado e migrar para WPA requer apenas uma atualização de software.

Lançado em 2003, esse protocolo utilizava criptografia TKIP e era chamado de WEP2 por algumas pessoas, por ele ser uma medida intermediária da Wi-Fi Aliance para substituir o WEP. Logo em 2004 ele recebeu uma atualização, quando passou a ser chamado de WPA2 e a utilizar uma criptografia mais forte chamada AES. Ele também ficou conhecido como IEEE 802.11i-2004.

Método de distribuição de chaves de autenticação do protocolo WPA

Para melhorar a criptografia de dados, o WPA utiliza uma chave-mestra compartilhada. Por causa disso, em se tratando de método de distribuição de chaves de autenticação, o WPA pode ser classificado como WPA-Personal, WPA-Enterprise e Wi-Fi Protected Setup.

No primeiro método, também conhecido como modo WPA-PSK (chave pré-compartilhada), cada dispositivo de rede wireless autentica com o ponto de acesso utilizando a mesma chave de 256 bits gerada a partir de uma senha ou frase secreta. Esse método foi projetado o uso em redes pequenas e não requer um servidor de autenticação.

Já o WPA-Enterprise é conhecido como modo WPA-802.1x, e às vezes apenas WPA (em oposição ao WPA-PSK). Esse método foi projetado para redes corporativas e, por isso, requer um servidor de autenticação RADIUS, o que exige uma configuração mais complexa, porém fornece segurança adicional contra, por exemplo, ataques de dicionário de senhas curtas. O modo WPA-Personal e o WPA-Enterprise estão disponíveis tanto com WPA quanto WPA2.

O Wi-Fi Protected Setup é um método de distribuição de chaves de autenticação alternativa que visa simplificar e fortalecer o processo, mas que, como é amplamente implementada, cria uma grande falha de segurança. Por este motivo ele é considerado inseguro.

E o vencedor é?

Depois de tantas informações sobre os dois protocolos, fica bem claro a grande diferença entre eles. Mais importante ainda, é óbvio que a utilização do WEP é altamente desaconselhada, por se tratar de uma tecnologia antiga e com uma série de brechas de segurança. Além disso, o WPA é uma opção mais confiável e tem uma implementação bem mais completa.

Portanto, se você for criar uma rede sem fio, dê preferência a equipamentos modernos e que tenham suporte as ultimas versões do WPA. Embora isso não seja uma garantia de segurança para a sua rede, com essa medida você terá uma preocupação a menos.

O Globo - Leonardo Vieiro

Menino de 12 anos cria aplicativo de educação e vira sucesso na internet


Rio - Quem nunca passou pela aflição na escola de calcular as notas no final do ano e ver de quanto precisava para ser aprovado? Se a tarefa já é tortuosa para uma determinada disciplina, imagine agora ter que fazer o mesmo processo com 10 ou 12 matérias.

Foi pensando nisso que o estudante Natan Gorin, de apenas 12 anos, resolveu criar um aplicativo de celular que calculasse todos os pontos necessários para atingir a média mínima de aprovação. Batizado de iBoletim, o programa trabalha com sistemas de nota que vão de sistema de notas que vão de zero à dez ou de zero à cem. Além disso, é possível escolher os períodos de avaliação em bimestres, trimestres ou semestres.

Por enquanto, o aplicativo não faz cálculos mais complexos de médias ponderadas com pesos, nem é adaptável a outros sistemas de avaliação como os usados no Sisu. No entanto, Natan admite que quer aperfeiçoar o iBoletim no futuro.

— Eu quis fazer um programa simples para que as pessoas soubessem mexer sem dificuldades. Se eu ficasse enchendo o aplicativo de funções, as pessoas não iriam entender direito o programa e não usariam — explicou o menino.

A ideia do aplicativo surgiu quando muitos colegas de Natan o procuraram no final do ano passado pedindo que ele calculasse as notas. Na época, o menino, conhecido por ser bom em Matemática, pesquisou em sites da Apple e no Google para saber como se fazia um aplicativo que resolvesse o problema.

Mesmo sem ter estudado programação, o menino conseguiu criar um protótipo, aperfeiçoado durante as férias escolares de verão. O resultado da empreitada foi o iBoletim, que chegou a figurar na lista da Apple Store BR como o mais vendido no dia 13 de abril e já soma 24.501 downloads.

O mundo de oportunidades dos aplicativos

Como publicado em matéria recente da revista “Formou!”, do GLOBO, jovens de todo o mundo encontraram um ambiente fértil e rentável no desenvolvimento de aplicativos. Para quem se mira essa área como profissão, o salário inicial pode chegar a R$ 4 mil. Quem tem um pouco mais tempo de carreira chega a ganhar até R$ 10 mil por mês.

A boa notícia é que, para quem deseja aprender um pouco mais sobre o assunto, a própria internet está cheia de materiais, como tutoriais. No site Universo.mobi, é possível criar aplicativos gratuitamente. Estudar a documentação das principais plataformas de aplicativos também é fundamental. Isso pode ser encontrado nos sites developer.apple.com/devcenter/ios (iOS) e developer.android.com (Android).

Você sabe a diferença entre as tecnologias 1G, 2G, 3G e 4G ?

1G

É o sinal de telefonia analógico. Foi popularizado na década de 1980, mas mal foi utilizado para tráfego de dados, apesar de permitir velocidades semelhantes à conexão discada. O sistema mais utilizado nesta época era o AMPS (Advanced Mobile Phone System), que aos poucos deu lugar ao sinal digital, ou 2G.


2G

Começou a ser implantado na década de 1990, com a implantação do sinal digital, e até hoje é utilizado em várias partes do mundo. Ele utiliza principalmente o GSM (Global System for Mobile Communications) e está estabelecido como o principal recurso de conversação, por oferecer todos as ferramentas necessárias para as operadoras. Para internet móvel, no entanto, já está bastante defasado. Para o tráfego de dados, já foram implantados o que foi chamado de 2,5G e 2,75G, padrões de transição para a tecnologia 3G. O 2,5G equivale ao GPRS (General packet radio service) e oferece velocidades de até 114 kbps. Já o “2,75”G é uma ligeira evolução que utiliza o padrão EDGE (Enhanced Data rates for GSM Evolution), que prevê uma média de velocidade de tráfego de 400 Kbps.


3G

É onde a maioria dos usuários da internet móvel se encontra hoje, incluindo o Brasil. A rede de terceira geração usa principalmente as tecnologias WCDMA ou CDMA e oferece velocidades mínimas de 200 kbps, segundo padrão do IMT-2000, mas promete velocidades muito superiores. O WCDMA inclui as tecnologias HSPA e a evolução HSPA+, também comercializado no Brasil sob a alcunha de 3G+. O primeiro prevê velocidades de até 14 Mbps, enquanto o segundo chega até 21 Mbps. No Brasil, no entanto, os planos mais comuns são de 1 Mbps.


4G

É a onda do momento, e todas as operadoras de celular estão correndo para conseguir cumprir os prazos da Anatel para implantação da tecnologia aqui no Brasil antes da Copa do Mundo, em 2014. A quarta geração da internet móvel promete revolucionar a velocidade de tráfego de dados no país e utiliza a tecnologia LTE. Por aqui, ele está sendo implantado na frequência de 2,5 GHz, mas deve a tecnologia deve ser ampliada para a de 700 MHz, vista com mais otimismo. A tecnologia prevê tráfego de dados em até 100 Mbps.

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